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BOLETIM Nº 05 - Os impactos da Greve na UNILA

Com a deflagração de greve também pela categoria docente, a comunidade seguirá sendo comunicada, por meio dos boletins oficiais, sobre os impactos dos movimentos grevistas no cotidiano da vida acadêmica
publicado: 15/05/2024 15h24, última modificação: 15/05/2024 16h05

Em assembleia geral dos docentes da UNILA, realizada no dia 14/05, a categoria deflagrou greve com início previsto para o dia 20/05, respeitando as 72 horas exigidas pela legislação, segundo comunicado oficial enviado à reitoria. O movimento é nacional e as pautas são direcionadas às reivindicações salariais, à defesa e reestruturação da carreira e à ampliação do orçamento das universidades.

A reitoria manifesta respeito às decisões tomadas democraticamente pela categoria e expressa o seu apoio às pautas docentes, e considera que nessas reivindicações também estão implicadas a defesa da universidade pública, gratuita e socialmente referenciada. 

Como a adesão à greve é individual, os estudantes devem procurar os/as docentes para tirar dúvidas sobre as atividades de ensino, pesquisa e extensão na graduação e pós-graduação, estágios, eventos e programas institucionais sob responsabilidade dos/as docentes. O movimento paredista docente trata da paralisação, parcial ou integralmente, das atividades desempenhadas pelas pessoas que decidiram aderir à greve. 

A greve docente não está relacionada às matrículas, o movimento implica somente na suspensão de aulas. O não processamento automático das matrículas dos estudantes veteranos (as) não impede que frequentem as aulas que seguirem sendo ministradas.  

É importante destacar que o contexto de greve não autoriza a universidade pública a descumprir o seu papel social, que vai muito além das salas de aula. Portanto, a reitoria continua buscando soluções para resolver o problema do processamento final das matrículas dos veteranos/as, relacionado aos auxílios, emissão de documentos e outras condicionantes para que todos os/as estudantes sejam atendidos/as em suas necessidades fundamentais.

A reitoria ressalta, por fim, que toda greve produz impactos, mas que isso não pode e nem deve significar o fechamento da universidade e/ou o cerceamento à educação. Diante disso, o calendário acadêmico segue em vigência e o início das aulas é hoje, 15 de maio.