Extensão
Exibição do filme “Anatomia do Caos”
O filme “Anatomia do Caos”, da diretora Dandara Ferreira, chega ao Cineclube Cinelatino no dia 25 de agosto. A exibição será no Cinecataratas, às 19h, e integra a Trilogia da Memória - iniciativa da distribuidora Descoloniza Filmes que propõe uma jornada cinematográfica de conscientização e preservação da memória histórica do país. Interessados podem adquirir ingressos (no valor de R$ 15) na bilheteria ou por meio do site do cinema. A classificação indicativa é de 12 anos.
“Anatomia do Caos” revisita a negligência do governo federal durante a pandemia do coronavírus, a partir da CPI da Covid. A partir de documentos, investigações e registros inéditos dos bastidores dos senadores que integraram a comissão, o filme aborda as omissões na gestão sanitária, a desinformação e as decisões que contribuíram para o cenário de colapso vivido pelo país, discutindo temas como memória, impunidade e justiça.
Após o filme, haverá um debate no Sudacas Bar, dando continuidade à análise em um espaço de diálogo, reflexão e troca com o público. A mediação ficará a cargo de Bruna Tasato, estudante do curso de Cinema e Audiovisual da UNILA.
A exibição é fruto da parceria entre o Cineclube Cinelatino, a distribuidora Descoloniza Filmes e o Cinecataratas. O Cinelatino é um projeto de extensão da UNILA sem fins lucrativos. Assim, a receita da venda de ingressos é destinada integralmente ao cinema e às distribuidoras.
Trilogia da Memória
A trilogia será apresentada pelo Cinelatino em três etapas. A cada sessão, o público poderá retirar seu Cartão da Memória e receber o adesivo correspondente ao filme exibido. Ao acompanhar as três sessões e completar o cartão com os três adesivos, será possível participar da campanha e receber os brindes disponibilizados pela Descoloniza. Confira a programação:
- 25 de agosto: “Anatomia do Caos”, de Dandara Ferreira - primeira dose: Memória;
- 15 de setembro: “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai - segunda dose: Sonho;
- 27 de outubro: “Não Existe Almoço Grátis”, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel - terceira dose: Partilha.