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UNILA 8 anos: a Universidade transformando vidas e histórias

Neste mês de janeiro, a comunidade acadêmica expressa suas emoções, recordações e perspectivas resultantes dos oito anos da Universidade
publicado: 19/01/2018 00h00, última modificação: 12/01/2019 00h19

Neste mês de janeiro - mês de aniversário da UNILA -, a Secretaria de Comunicação Social está publicando textos enviados pela comunidade acadêmica. Nestes pequenos trechos, professores, estudantes e servidores técnico-administrativos expressam suas emoções, recordações e perspectivas resultantes dos oito anos da Universidade.

UNILA: uma história de superação

Elida Urbina Gamarra

Às vezes, acreditamos que não temos força, que não seremos capazes de enfrentar os desafios do mundo. A UNILA me mostrou que nunca é tarde para aprender e que somos capazes, pois, mesmo eu tendo feito o ensino médio na modalidade de curso rápido, fiz duas iniciações científicas e estou a um passo de terminar o curso que comecei em 2014. Isso comprova a importância desta Universidade, não só para contribuir para a acumulação de “Capital Cultural” (BOURDIEU,1997), mas também para construir uma sociedade mais igualitária. Ingressei depois de minha idade madura, o que significa um duplo desafio, pois, além das obrigações cotidianas, a capacidade de aprendizagem já não é a mesma da de um jovem. No entanto, a UNILA abre as portas de forma igual para que os alunos sejam capazes de fazer suas “leituras do mundo”. (Elida Urbina Gamarra)

 

UNILA: uma história de recomeço

Larice Aparecida Cassel

A importância da UNILA na minha vida é tamanha que não dá para descrever com poucas palavras. Depois de 21 anos, voltei a estudar, e os alunos me receberam de braços abertos. Tudo era muito diferente, fiquei perdida e confusa, quase desisti, mas meus colegas de classe me encorajaram e me ajudaram - e ainda ajudam - e, por esse motivo, eu continuo, apesar de não ser fácil. Além da faculdade, eu tinha meu trabalho como locutora em uma rádio local, tenho minha família (minha filha também faz faculdade na UNILA): uma moça de 18 anos, uma de 12 e meu pequeno de 10 anos, e também cuido de minha mãe que mora comigo. Já devem imaginar como é estudar pra mim, quase não tenho tempo, mas procuro dar o melhor de mim. Na UNILA, fiz amigos e me deparei com muitos jovens que precisam de ajuda e, como de costume, ajudei alguns dando moradia temporária e depois conseguindo ajuda com móveis, roupas e comida - como eles dizem, eu deveria cursar Serviço Social, pois eu tenho traços de assistente social (hehehehe). Estou encantada com a oportunidade de ser alguém na vida, de ter um diploma, mesmo que algumas pessoas me critiquem e digam que não tenho idade para isso e que deveria me dedicar à família. É um sonho que eu quero realizar e só depende de mim e desta Instituição maravilhosa, desta mãe chamada UNILA. (Larice Aparecida Cassel)

 

UNILA: uma história de amor

Anelise Pessi

Já pensou em conhecer seu amor no trabalho? Diz o provérbio: “Conhece o valor de tudo o que faz e trabalha até tarde da noite” (Provérbios 31:18). Foi assim que a UNILA nos uniu: eu (Anelise) era recém-chegada na Instituição, então tinha muito para aprender e acabava trabalhando até depois do horário. O Jair, então Pró-Reitor de Gestão de Pessoas, trabalhava até tarde em detrimento da função.

E, assim, nós, que nunca sonhamos em nos encontrar, começamos a conversar e percebemos que tínhamos muito em comum! Após três anos de namoro, nos casamos em 2017, e nosso pré-wedding foi fotografado também na UNILA. O bom disso tudo é que trabalhar juntos facilita algumas coisas em nossa vida. Como passamos boa parte da vida no trabalho, podemos conviver um pouco mais, almoçar juntos, ir e voltar do trabalho juntos, tirar férias no mesmo período e também participar das confraternizações da Instituição sem nos sentir deslocados.
A UNILA nos uniu e continua nos ajudando a construir nossa história! (Anelise Pessi)

 

UNILA: uma história de acolhimento

Suzana Angela Biesdorf

Desde o momento em que iniciei os trabalhos na UNILA, lotada na Secretaria Acadêmica do ILAACH, na época localizada no centro de Foz, fui muito bem acolhida por todos. Naquele momento, o quadro de servidores das Secretarias Acadêmicas dos Institutos estava tomando forma, e percebia-se claramente a expectativa de todos os que ali já estavam com a chegada dos novos colegas, a fim de colaborarem a seguir com a grande missão que lhes foi conferida: a de levar a Universidade adiante e fazê-la crescer. Desde o princípio me encantei pela multiculturalidade e pelas diversas formas de comunicação e interação. (Suzana Angela Biesdorf)

 

Clique aqui para ler os textos anteriores, publicados no dia 12 de janeiro.