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Campanha Orgulho LGBTQI

publicado 28/06/2018 00h00, última modificação 12/01/2019 00h14
28 de junho é o Dia do Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersexo), que foi conquistado com muita luta e resistência. Esta data, celebrada e lembrada mundialmente, marca um episódio ocorrido em Nova York, em 1969, quando houve o que talvez tenha sido o primeiro levante da história contra a discriminação ao público LGBTI.

28 de junho é o Dia do Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersexo), que foi conquistado com muita luta e resistência. Esta data, celebrada e lembrada mundialmente, marca um episódio ocorrido em Nova York, em 1969, quando houve o que talvez tenha sido o primeiro levante da história contra a discriminação ao público LGBTI. Os frequentadores do Stonewall Inn rebelaram-se contra as constantes batidas policiais no bar, o que acabou resultando em uma batalha que durou duas noites e deu origem à organização da primeira parada do Orgulho LGBTI, realizada no dia 1º de julho de 1970, nos Estados Unidos.

Hoje, as Paradas do Orgulho LGBTI ocorrem em quase todos os países e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano. De lá pra cá, muita coisa mudou e muitos direitos foram conquistados em diversos países, mas infelizmente muita coisa ainda precisa ser feita.

Infelizmente, a perseguição, a discriminação e a violência contra pessoas devido à orientação sexual ou identidade de gênero não acabaram. Dados registram essa intolerância e tornam a lembrança do dia 28 de junho ainda mais importante: o Brasil é o país onde são registrados números alarmantes de homicídios de gays, lésbicas, travestis, transexuais e intersexuais no mundo.

 

Colaboradores: Michele Dacas, Richard Campos e Tiago Andrade (fotografia)

Realização: Secom

 

 

O ensaio para esta campanha foi elaborado com inspiração no Ato performático "Eu me levanto", contra a morte do LGBTQ Negro, criado e protagonizado por Richard Campos. A performance é a finalização de um ciclo de três instantes performáticos. O trabalho foi realizado para a matéria de Genealogia das Artes e lembra e revive o signo de Madame Satã, bicha preta que vivia nas noites da Lapa carioca, um ser humano que inspira arte e resistência ao povo Negro LGBTQ+. Objeto desconhecido

Confira aqui outras fotos do ensaio:

Esta iniciativa faz parte da campanha guarda-chuva "UNILA pela Diversidade". A campanha, criada em 2016, busca contemplar assuntos referentes ao respeito às diversidades linguísticas, identitárias, sexuais, de gênero e culturais presentes em nossa Universidade e no território de fronteira onde estamos localizados. Além disso, a campanha é desenvolvida com foco na colaboração e no amplo alcance, com o objetivo de integrar pessoas, grupos identitários e minorias socioculturais da Instituição e da cidade. “UNILA pela Diversidade” abriga uma variedade de linguagens, textos, vídeos, fotos e múltiplas mídias, entre meios impressos e on-line.